MAL DO SÉCULO

Multidões de pessoas estão sendo atingidas por todos os lados. Os sintomas são de uma vida sem sentido ou sem graça de ser vivida. Muitos terminam sua vida cedo, ao entrar no mundo do vício, do crime ou em internatos. Outros não conseguem realizar-se na vida por algum motivo pessoal e, acaba por viver as margens da sociedade. Pois, sente-se dificuldade em interagir e crescer por pensar que não é aceito pela a sociedade. Sabe-se que, o poder público, pode ser culpado por isso, mas, o problema está mais centrado na pessoa. Teologicamente e psicologicamente o remédio para se libertar disto está na própria pessoa. Isto é, uma mudança de atitude com respeito a vida. Enquanto a psicologia aconselha a busca por especialistas para consultas a teologia mostra que um relacionamento com Deus por meio da fé e orientações bíblicas seria o bastante para que as pessoas acometidas deste tipo de mal fossem curadas. Após buscar o recurso de Deus não der certo entende-se que Ele quer usar os especialistas para cuidar do caso. 

sábado, 24 de maio de 2014

4.A DEPENDÊNCIA DO HOMEM



(b) A dependência começa no ventre da mãe.


          De todas as espécies de animais o homem é o mais dependente daqueles que irão cuida-lo. Ao sair de um equilíbrio constante e de uma associação recíproca do organismo da criança com o da mãe, o novo ser ficará a disposição de um conjunto de reações químicas do universo, agentes nocivos à saúde, questões socioeconômicas da família e a busca incessante por vias de sobrevivência que venha satisfazer as indagações da alma da criança. Assim que nasce, começa a chorar sentindo necessidade de algo importante para sua sobrevivência, como por exemplo, o leite materno. Este comportamento, ainda que de forma diferente tenda a acompanhar o homem por toda a sua vida. Essa dependência deve ser administrada pela mãe de forma inteligente para não provocar uma separação brusca e a criança ficar traumatizada.


E Noemi tomou o filho, e o pôs no seu colo, e foi sua ama. Rute 4:16
http://www.bibliaonline.com.br/acf/busca? – acessado em 14/05/2014

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